Yom Hashoá – Dia da Memória do Holocausto

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6 de maio de 2016

Em 1944 um advogado judeu polonês chamado Rafael Lemkin percebeu que ainda não havia uma palavra para descrever o que se achava impensável: genocídio, o extermínio organizado e intencional de um grupo étnico ou nacional. Lemkin cunhou o termo, e lutou para que fosse incluído nos anais de Nuremberg. Em 1948 a ONU instituiu a Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio, que então passou a ser reconhecido internacionalmente como um crime contra a humanidade.

Hoje celebramos Yom Hashoá – Dia da Memória do Holocausto, quando milhares de jovens do mundo todo entram em Auschwitz para honrar as vítimas desse genocíio e lembrar o que a intolerância, o preconceito e o ódio podem causar.

Enquanto nossos alunos da 2ª série participavam da cerimônia na Marcha Pela Vida, na escola a sirene tocou às 10h30. Os alunos interromperam suas tarefas e ficaram de pé em silêncio por um minuto. Logo após, em sala de aula, professores e alunos leram um texto sobre a memória das vítimas do Holocausto.

Em seguida os alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio desceram para o pátio para uma cerimônia ao lado do mural sobre o projeto Marcha Pela Vida e sobre Yom Hashoá. O Coordenador de Cultura Judaica Michel Gherman, a Diretora Pedagógica Thelma Polon e representantes de cada série leram textos e acenderam velas em homenagem às vítimas.

Os extermínios ainda ocorrem pelo mundo e, por isso, é preciso lembrar sempre. No Eliezer Max, aprendemos que olhar para o outro com empatia e sem preconceito é a melhor forma de cortar o ódio pela raiz.

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